Sánchez Padrón expressou o agradecimento durante o protocolo de entrega de uma doação enviada pela nação sul-americana, realizado no Hospital Docente Pediátrico de Centro Habana, na capital cubana.
Ela também considerou que o gesto é uma amostra da solidez dos laços de amizade entre Cuba e Brasil, e do compromisso de ambos os Estados com o acesso universal à saúde.
Trata-se, explicou a doutora, de um medicamento que combina dois comprimidos, Isoniazida e Rifampicina, utilizado para realizar um tratamento eficaz e em menos tempo do que o habitual em pacientes pediátricos.
De acordo com um relatório divulgado no Noticiário Nacional de Televisão, a doação foi distribuída nas províncias de Havana, Villa Clara e Santiago de Cuba.
A assistência brasileira contou com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), cujo representante na ilha, Mario Cruz Peñate, assegurou que a entidade prioriza os esforços para combater essa doença na América Latina e no Caribe.
Segundo ele, a OPAS concede grande importância às ações na região contra essa enfermidade infecciosa transmissível, por meio de estratégias integradas de cobertura de saúde acessível, inovação tecnológica e educação sanitária.
Além disso, destacou os resultados de Cuba no controle da tuberculose, entre eles a inexistência de mortes infantis por essa causa e a redução do número de casos diagnosticados nos últimos 15 anos.