Nossos títulos

Edição exclusiva do Projeto Cultural Nossa América.

O despertar da ira 

Jorge Félix Yanes Abreu

E nisso chegou Fidel: Cuba 1959

Juan Carlos Rodríguez Cruz

Guarimbas: os gestores do caos

Guarimbas

Guarimba é um termo coloquial da Venezuela para referir-se a barricadas de ruas ou bloqueios em rodovias.

 A “oposição” venezuelana vem utilizando-as com o fim de desestabilizar, primeiro, o governo de Hugo Chávez e, depois, o de Nicolás Maduro.

Empregadas em muitas partes do mundo

Passam por “protestos pacíficos”

Semelhantes, mesmo acontecendo em lugares distantes

Guarimbas: os gestores do caos

Neste livro se demonstram não só as ações da direita na Venezuela, e em muitos outros lugares, mas principalmente quem as patrocina – em especial na América Latina. A relação entre as "revoluções coloridas" espalhadas pelo mundo e as tentativas ininterruptas, por parte dos governos estadunidenses, de aqui realizarem o mesmo, são claramente explicitadas pelos estudos do autor. É necessário desentranhar os mecanismos ocultos desse enfrentamento, que não tem outro objetivo, senão derrubar os governos que não são afins ao Império, e manter o controle sobre os recursos econômicos do continente, para perpetuar o saqueio colonial.

O autor

Raúl Antonio Capote Fernández

   Escritor, jornalista, analista político e professor universitário, o cubano Raúl Capote vive em Havana.
   Tornou-se conhecido como o homem que conseguiu ludibriar a CIA porque durante anos, atuou como se fosse um agente a serviço dos EUA em Cuba, mas na realidade ele estava ali infiltrado à serviço do seu país. Ferrenho defensor da Revolução Cubana, Raúl Capote é autor de diversos livros. Em português, há também “Inimigo: a guerra da CIA contra a juventude cubana”, com tradução também de Carmen Diniz, publicado em 2023 pela editora Consequência.   

Capote é profundo conhecedor das articulações das sucessivas administrações estadunidenses, nas imparáveis tentativas de derrubar governos de quaisquer países que não se submetam a seus desígnios.

Guarimbas

Ações da direita venezuelana visando sabotar e desestabilizar os governos progressistas bolivarianos.

Estratégias

Os meios de ação utilizados são os comunicacionais e midiáticos, recursos da guerra não convencional. Mas recorre-se também a atos de violência ao velho estilo golpista.

Além da Venezuela

Com diferentes nomes e formas de organização, ações semelhantes podem ser encontradas em qualquer parte do mundo onde governos progressistas ameacem os interesses do Império.

Fidel Castro, comandante Invicto: Sierra maestra pelo quinteto rebelde e batalhão das marianas

Música e protagonismo feminino na Serra Maestra

Em relato inédito, a atuação do Quinteto Rebelde como instrumento de luta, com informações pouco conhecidas sobre o grupo musical que acompanhava a guerrilha.

Na segunda parte do livro, a emocionante história do pelotão de mulheres Mariana Grajales que com valentia enfrentou a luta revolucionária.

 

Fidel Castro, comandante invicto, de norbert0 Escalona

 

 

 

Serra Maestra pelo Quinteto Rebelde e Batalhão das Marianas

Histórias de vidas marcadas pelos horrores da ditadura de Fulgencio Batista, sustentada pelo governo estadunidense. Estudantes, operários, camponeses, homens e mulheres que arriscaram tudo, até a própria vida, para libertar sua pátria, honrando o legado das guerras patrióticas de Cuba pela independência.
As narrativas de viva voz nos permitem compartilhar a vida nos acampamentos da guerrilha, com suas dificuldades e alegrias, os esforços nos combates, o companheirismo que ficaria para toda a vida, o conhecimento direto da humanidade de personagens históricos, e sobretudo a magistral capacidade estratégica e de liderança de Fidel Castro, o Comandante invicto.

Informações obtidas a partir de relatos com pessoas que testemunharam a as atividades narradas.

Texto inédito: primeira edição mundial da obra pelo Projeto Nossa América.

Exemplos musicais com partituras inéditas editadas especialmente para essa publicação.

Código QR com acesso a extenso material audiovisual complementar

Sobre o autor

Norberto Escalona Rodríguez

(1955)

Estudou na Escola Superior Político-Militar de Lvov (União Soviética). Bacharel em Ciências Pedagógicas e professor de Ciências Sociais. Membro da União Nacional de Historiadores de Cuba e da Associação de Combatentes da Revolução Cubana. Atuou, por 20 anos, como oficial para o Trabalho Cultural de Massas, em unidades das Forças Armadas Revolucionárias; como especialista em meios audiovisuais no Instituto Cubano de Rádio e Televisão Cubana. Atualmente é editor na revista Bohemia.

Publicações:
Quinteto Rebelde (2013);
Mariana Grajales Cuello, 200 años en la história y la memória (vários autores, 2015);
Marianas: nobleza y coraje (2018);
Almeida: paradigma de firmeza (2022);
Entre balas y flores (2024).

Panamá, Dezembro de 1989: Não Temos o Direito de Esquecer

Um relato impactante sobre a invasão dos EUA ao Panamá!

Em dezembro de 1989, os Estados Unidos invadiram o Panamá, alterando para sempre a história do país. Agora, você pode conhecer os bastidores desse evento histórico através do olhar de Lázaro Mora, ex-embaixador de Cuba no Panamá, que testemunhou tudo de perto. Um livro essencial para quem busca entender os jogos de poder que marcaram a América Latina!

Sobre Lázaro T. Mora

O impacto da obra sobre o autor

Lázaro não apenas presenciou os acontecimentos de 1989, mas carregou consigo as memórias e consequências dessa invasão ao longo de sua vida. Como diplomata e testemunha direta, sua experiência marcou profundamente sua visão sobre a geopolítica da região e reforçou seu compromisso com a verdade histórica. Este livro não é apenas um registro dos fatos, mas um testemunho pessoal de um período turbulento que não pode ser esquecido.

Relato em primeira pessoa de um diplomata cubano que viveu os fatos.

Análise detalhada das razões ocultas por trás da invasão.

Edição exclusiva do Projeto Cultural Nossa América.

Edição exclusiva do Projeto Cultural Nossa América

Panamá, Dezembro de 1989: Não temos o direito de esquecer

Lázaro Mora, diplomata cubano e testemunha ocular dos acontecimentos, traz um relato poderoso e detalhado sobre os bastidores dessa intervenção militar, revelando os interesses ocultos, a manipulação midiática e as consequências devastadoras para o povo panamenho.

Cuba e a inclusão trans

A obra de uma autoridade global em direitos sexuais e humanos na sua estante.

A INTEGRAÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS TRANSEXUAIS EM CUBA é uma obra de grande importância, que reflete um trabalho sério e de muitos anos da autora e seus companheiros do Cenesex (Centro Nacional de Educação Sexual), por uma vida plena a todas e todos, em uma sociedade cada vez mais justa e inclusiva.A

Coleção Cuba Hoje

Um livro científico, que reúne e sintetiza as descobertas mais relevantes de um processo de pesquisa que durou anos e que Mariela Castro desenvolveu a partir do centro que dirige, o Cenesex, como base de conhecimento para os serviços de consulta e aconselhamento social e psicológico que esse centro oferece em vários campos relacionados à saúde e educação sexual e às identidades de gênero.


Uma proposta de ação no campo das políticas de integração social.

Imprescindível para cientistas sociais e da saúde, estudiosos e ativistas das questões de gênero.

Um texto claro, direto, honesto, crítico e polêmico.

Inédito no Brasil

Mariela Castro Espín utiliza as bases da sociologia clássica, o pensamento feminista e as teorias de Michel Foucault para destrinchar como as normas de gênero punem a transgressão e geram exclusão.

Realidade de Cuba

✨Diferencial Nossa América: a publicação desta tese de doutorado no Brasil passou pelo crivo editorial rigoroso da Nossa América. A tradução refinada de Carmen Diniz garante que a jornada intelectual da autora chegue de forma agradável, sistemática e com densidade científica para o público não especializado e profissionais da saúde e do direito.

SINopse

Cuba & África: a luta contra o apartheid

Conta em detalhes a história do maior exemplo de altruísmo, heroísmo e solidariedade internacionalista dos nossos tempos.

Nos anos 70,

enquanto potências disputavam o controle da África, a pequena ilha do Caribe tomou outro caminho: enviou mais de 300 mil soldados para defender a independência de Angola — e para enfrentar o regime do apartheid.

Por esse imenso gesto,

Cuba não pediu petróleo, nem diamantes. Não buscava vantagens. Era solidariedade. Uma escolha política de um povo que honra sua própria luta pela independência.

Mas a relação de Cuba com a África é mais profunda,

como mostra o livro, nas diversas ações solidárias nas áreas de educação e saúde, e na formação de militantes da luta contra o colonialismo.

Prólogo

Escrito em 2007 para a primeira edição de Cuba: pequeño gigante contra el apartheid, por Thenjiwe Mtintso, lutadora destacada contra o regime do apartheid e ex-embaixadora da África do Sul em Cuba.

Tradução: Marcia Choueri

Diferencial Nossa América: narrativas militares complexas exigem extremo rigor terminológico. A edição da Nossa América realizou uma detalhada revisão técnica histórica. A precisa tradução de Marcia Choueri garante que cada estratégia, nome de batalhão e relato de guerra chegue ao leitor brasileiro com total clareza e fidelidade aos fatos.

trazer esse resgate histórico sem as distorções da mídia tradicional é a missão da Nossa América.

Além do texto, inserimos um QR Code que conecta o leitor ao 5° episódio da série documental produzida pelo IELA, “Por Cuba”, inteiramente traduzido e legendado pela Nossa América.

Sobre o autor

Hedelberto López Blanch

(Havana, 1947-      ).

Formado em jornalismo (1972), cobriu numerosos eventos internacionais realizados em Cuba, Angola, Zâmbia, Moçambique, Líbia, Tanzânia, Catar, Zimbábue, África do Sul, Alemanha e Rússia. Foi correspondente do periódico Juventud Rebelde e assistente de redação do diário Barricada, na Nicarágua, entre 1985 e 1987. Como pesquisador da emigração cubana, viajou aos Estados Unidos em diversas ocasiões. Recebeu vários prêmios de jornalismo por suas reportagens. Entre suas obras, encontram-se: Marco Rubio: um mitômano incontrolável, já publicado em português pela editora Expressão Popular; La Emigración cubana en EEUU: Descorriendo Mamparas; Miami, Dinero Sucio, que será publicado proximamente no Brasil pelo Projeto Cultural Nossa América; Bendición Cubana en Tierras Sudafricanas, e Historias Secretas de Médicos Cubanos en África. Atualmente, López Blanch atua como comentarista internacional no semanário Opciones da editora Juventud Rebelde e colabora com várias publicações.

O Despertar da Ira

  • Uma pintora talentosa morta dentro de sua própria galeria de arte. 
  • Um professor universitário brutalmente assassinado e descartado em uma caçamba de lixo. 
 

O que une esses dois crimes na noite de Havana?

O quebra-cabeça está na mesa do Major Rodrigo Sautié.

Em “O despertar da ira”, romance policial premiado de Jorge Félix Yanes Abreu, acompanhamos o Major Rodrigo Sautié em uma investigação labiríntica que desentranha o mercado clandestino de falsificação de obras de arte em Cuba.

Cada pincelada da intriga mostra que terá de enfrentar inimigos dispostos a tudo para proteger seus segredos.

Por que ler “O Despertar da ira”

O livro recebeu o primeiro prêmio no gênero romance policial, no concurso literário “Aniversário do Triunfo da Revolução” de 2023.

Cuba tem tradição nesse gênero literário. É uma oportunidade de conhecer mas no Brasil, esse tipo de literatura cubana.

O livro também permite conhecer o cotidiano do trabalho policial em Cuba e a vida das pessoas comuns em Havana.

Jorge Félix Yanes Abreu

(Villa Clara/Cuba, 1993)

 É formado em Direito, na especialidade de Investigação e Criminalística, pelo Instituto Superior do Minint Eliseo Reyes Rodríguez “Capitán San Luis”.
 Ávido leitor e autodidata na arte da escrita, o autor estreia no âmbito da literatura com seu primeiro romance, O despertar da ira, que reflete o cotidiano dos membros do Ministério do Interior de Cuba, em sua luta constante contra o crime, levando pela mão o
leitor através do apaixonante mundo da investigação criminal.

Jorge Félix Yanes Abreu

Disponível em formato impresso

✨Diferencial Nossa América: romances policiais dependem do ritmo e do suspense. A Nossa América entrega uma edição com excelente acabamento gráfico e uma tradução magistral de Lina Noronha, que soube traduzir a precisão dos termos de criminalística e o tom investigativo sem perder a fluidez literária. Um livro que prende do início ao fim.

Um livro que prende do início ao fim.

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