Cuba & África: a luta contra o apartheid
E nisso chegou Fidel: Cuba 1959
Fidel Castro, comandante invicto: Serra maestra pelo Quinteto Rebelde e Batalhão das Marianas
Guarimbas
Guarimbas: os gestores do caos
O autor
Raúl Antonio Capote Fernández
Ações da direita venezuelana visando sabotar e desestabilizar os governos progressistas bolivarianos.
Os meios de ação utilizados são os comunicacionais e midiáticos, recursos da guerra não convencional. Mas recorre-se também a atos de violência ao velho estilo golpista.
Com diferentes nomes e formas de organização, ações semelhantes podem ser encontradas em qualquer parte do mundo onde governos progressistas ameacem os interesses do Império.
Fidel Castro, comandante Invicto: Sierra maestra pelo quinteto rebelde e batalhão das marianas
Em relato inédito, a atuação do Quinteto Rebelde como instrumento de luta, com informações pouco conhecidas sobre o grupo musical que acompanhava a guerrilha.
Na segunda parte do livro, a emocionante história do pelotão de mulheres Mariana Grajales que com valentia enfrentou a luta revolucionária.
Fidel Castro, comandante invicto, de norbert0 Escalona
Histórias de vidas marcadas pelos horrores da ditadura de Fulgencio Batista, sustentada pelo governo estadunidense. Estudantes, operários, camponeses, homens e mulheres que arriscaram tudo, até a própria vida, para libertar sua pátria, honrando o legado das guerras patrióticas de Cuba pela independência.
As narrativas de viva voz nos permitem compartilhar a vida nos acampamentos da guerrilha, com suas dificuldades e alegrias, os esforços nos combates, o companheirismo que ficaria para toda a vida, o conhecimento direto da humanidade de personagens históricos, e sobretudo a magistral capacidade estratégica e de liderança de Fidel Castro, o Comandante invicto.
Sobre o autor
Estudou na Escola Superior Político-Militar de Lvov (União Soviética). Bacharel em Ciências Pedagógicas e professor de Ciências Sociais. Membro da União Nacional de Historiadores de Cuba e da Associação de Combatentes da Revolução Cubana. Atuou, por 20 anos, como oficial para o Trabalho Cultural de Massas, em unidades das Forças Armadas Revolucionárias; como especialista em meios audiovisuais no Instituto Cubano de Rádio e Televisão Cubana. Atualmente é editor na revista Bohemia.
Publicações:
Quinteto Rebelde (2013);
Mariana Grajales Cuello, 200 años en la história y la memória (vários autores, 2015);
Marianas: nobleza y coraje (2018);
Almeida: paradigma de firmeza (2022);
Entre balas y flores (2024).
Panamá, Dezembro de 1989: Não Temos o Direito de Esquecer
Em dezembro de 1989, os Estados Unidos invadiram o Panamá, alterando para sempre a história do país. Agora, você pode conhecer os bastidores desse evento histórico através do olhar de Lázaro Mora, ex-embaixador de Cuba no Panamá, que testemunhou tudo de perto. Um livro essencial para quem busca entender os jogos de poder que marcaram a América Latina!
Sobre Lázaro T. Mora
Lázaro não apenas presenciou os acontecimentos de 1989, mas carregou consigo as memórias e consequências dessa invasão ao longo de sua vida. Como diplomata e testemunha direta, sua experiência marcou profundamente sua visão sobre a geopolítica da região e reforçou seu compromisso com a verdade histórica. Este livro não é apenas um registro dos fatos, mas um testemunho pessoal de um período turbulento que não pode ser esquecido.
Edição exclusiva do Projeto Cultural Nossa América
Lázaro Mora, diplomata cubano e testemunha ocular dos acontecimentos, traz um relato poderoso e detalhado sobre os bastidores dessa intervenção militar, revelando os interesses ocultos, a manipulação midiática e as consequências devastadoras para o povo panamenho.
Cuba e a inclusão trans
A INTEGRAÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS TRANSEXUAIS EM CUBA é uma obra de grande importância, que reflete um trabalho sério e de muitos anos da autora e seus companheiros do Cenesex (Centro Nacional de Educação Sexual), por uma vida plena a todas e todos, em uma sociedade cada vez mais justa e inclusiva.A
Um livro científico, que reúne e sintetiza as descobertas mais relevantes de um processo de pesquisa que durou anos e que Mariela Castro desenvolveu a partir do centro que dirige, o Cenesex, como base de conhecimento para os serviços de consulta e aconselhamento social e psicológico que esse centro oferece em vários campos relacionados à saúde e educação sexual e às identidades de gênero.
Mariela Castro Espín utiliza as bases da sociologia clássica, o pensamento feminista e as teorias de Michel Foucault para destrinchar como as normas de gênero punem a transgressão e geram exclusão.
Diferencial Nossa América: a publicação desta tese de doutorado no Brasil passou pelo crivo editorial rigoroso da Nossa América. A tradução refinada de Carmen Diniz garante que a jornada intelectual da autora chegue de forma agradável, sistemática e com densidade científica para o público não especializado e profissionais da saúde e do direito.
SINopse
Conta em detalhes a história do maior exemplo de altruísmo, heroísmo e solidariedade internacionalista dos nossos tempos.
enquanto potências disputavam o controle da África, a pequena ilha do Caribe tomou outro caminho: enviou mais de 300 mil soldados para defender a independência de Angola — e para enfrentar o regime do apartheid.
Cuba não pediu petróleo, nem diamantes. Não buscava vantagens. Era solidariedade. Uma escolha política de um povo que honra sua própria luta pela independência.
como mostra o livro, nas diversas ações solidárias nas áreas de educação e saúde, e na formação de militantes da luta contra o colonialismo.
Prólogo
Tradução: Marcia Choueri
Sobre o autor
(Havana, 1947- ).
Formado em jornalismo (1972), cobriu numerosos eventos internacionais realizados em Cuba, Angola, Zâmbia, Moçambique, Líbia, Tanzânia, Catar, Zimbábue, África do Sul, Alemanha e Rússia. Foi correspondente do periódico Juventud Rebelde e assistente de redação do diário Barricada, na Nicarágua, entre 1985 e 1987. Como pesquisador da emigração cubana, viajou aos Estados Unidos em diversas ocasiões. Recebeu vários prêmios de jornalismo por suas reportagens. Entre suas obras, encontram-se: Marco Rubio: um mitômano incontrolável, já publicado em português pela editora Expressão Popular; La Emigración cubana en EEUU: Descorriendo Mamparas; Miami, Dinero Sucio, que será publicado proximamente no Brasil pelo Projeto Cultural Nossa América; Bendición Cubana en Tierras Sudafricanas, e Historias Secretas de Médicos Cubanos en África. Atualmente, López Blanch atua como comentarista internacional no semanário Opciones da editora Juventud Rebelde e colabora com várias publicações.
O quebra-cabeça está na mesa do Major Rodrigo Sautié.
Em “O despertar da ira”, romance policial premiado de Jorge Félix Yanes Abreu, acompanhamos o Major Rodrigo Sautié em uma investigação labiríntica que desentranha o mercado clandestino de falsificação de obras de arte em Cuba.
Cada pincelada da intriga mostra que terá de enfrentar inimigos dispostos a tudo para proteger seus segredos.
Por que ler “O Despertar da ira”
Jorge Félix Yanes Abreu
(Villa Clara/Cuba, 1993)
É formado em Direito, na especialidade de Investigação e Criminalística, pelo Instituto Superior do Minint Eliseo Reyes Rodríguez “Capitán San Luis”.
Ávido leitor e autodidata na arte da escrita, o autor estreia no âmbito da literatura com seu primeiro romance, O despertar da ira, que reflete o cotidiano dos membros do Ministério do Interior de Cuba, em sua luta constante contra o crime, levando pela mão o
leitor através do apaixonante mundo da investigação criminal.
Jorge Félix Yanes Abreu
Disponível em formato impresso
Diferencial Nossa América: romances policiais dependem do ritmo e do suspense. A Nossa América entrega uma edição com excelente acabamento gráfico e uma tradução magistral de Lina Noronha, que soube traduzir a precisão dos termos de criminalística e o tom investigativo sem perder a fluidez literária. Um livro que prende do início ao fim.
Um livro que prende do início ao fim.
Obras que não chegam ao grande público, agora disponíveis para você, traduzidas e adaptadas especialmente para leitores brasileiros.
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