Foto: Abel Padrón Padilla/ Cubadebate.
Trecho de artigo publicado em Cubadebate, em 22 de fevereiro de 2026
Por: Oscar Figueredo Reinaldo, Thalía Fuentes Puebla, Yilena Héctor Rodríguez, Marcelino Vázquez Hernández, Frank Martínez Rivero, Verónica Alemán Cruz, Aniela Dumas Rojas, Inés María Castro Machado, Abel Padrón Padilla, Enrique González Díaz (Enro)
Enquanto o Governo promove a bancarização como alternativa, a falta de eletricidade e de conectividade dificulta o acesso aos meios eletrônicos. Os longos apagões impossibilitam a realização de operações online ou o uso de cartões magnéticos, obrigando a população a depender do dinheiro em espécie em um contexto de inflação alta.
A distribuição de alimentos também foi impactada. A maioria dos caminhões particulares que transportavam produtos agrícolas do campo para a cidade funciona com diesel, cuja venda para particulares está limitada ou tem preços exorbitantes.
Apesar da dureza do cenário, a resiliência surge em cada esquina: seja na construção artesanal de fogareiros a carvão, na compra de luminárias recarregáveis ou na instalação de painéis solares para amenizar os apagões.
Tradução: Lina Noronha
Artigo completo, em espanhol: http://www.cubadebate.cu/especiales/2026/02/22/vivir-bajo-el-signo-del-bloqueo-es-una-historia-real-fotos/

